Aos 69 anos, a icônica Solange Couto, famosa pela personagem Dona Jura, está Big Brother Brasil 26, que estreou recentemente na TV Globo, como integrante do grupo Camarote. A entrada de Solange Couto no reacendeu discussões sobre corpo e mudanças físicas na maturidade Sua trajetória de emagrecimento voltou a ser destaque, reunindo transformações de diferentes fases de sua vida.
A atriz vem sendo alvo de comentários elogiosos nas redes sociais não apenas por sua postura no BBB 26, mas também pelas alterações visíveis em sua aparência, resultado de um processo iniciado em 2013: ela perdeu 40 quilos ao longo de 12 meses após se submeter a uma cirurgia bariátrica aos 56 anos com a técnica Sleeve.
Após o grande emagrecimento, Solange investiu cerca de R$ 150 mil em procedimentos reparadores, incluindo mega lipo, cirurgias reparadoras e reconstrução do contorno corporal, como mamoplastia e abdominoplastia, para remover o excesso de pele. Antes de entrar no reality, ela perdeu 17 kg em 46 dias utilizando uma combinação de dieta rigorosa e auxílio de canetas emagrecedoras.
No confinamento, ela tem compartilhado reflexões sobre sua saúde e alimentação, mencionando que precisou radicalizar seus hábitos após enfrentar um infarto no passado.  Ao falar sobre as mudanças físicas que voltaram a ganhar atenção com sua participação no reality, Solange explicou que as cirurgias feitas após a bariátrica atenderam a necessidades surgidas depois da grande perda de peso.
Sobrea fase posterior de intervenções cirúrgicas realizadas ao longo dos anos seguintes, no contexto do pós-emagrecimento, a atriz ressaltou que as decisões não estiveram ligadas à vaidade, mas às transformações do próprio corpo ao longo do tempo. “Não foi capricho. Eram coisas que estavam me incomodando. As pessoas criticam, mas o corpo é meu”, afirmou.

Mas qual é a idade ideal para passar por procedimentos como esses?

Do ponto de vista médico, a idade em que a cirurgia bariátrica é realizada não é um fator isolado para a indicação de procedimentos posteriores”, explica a cirurgiã plástica Thamy Motoki, especialista em cirurgia pós-bariátrica, médica da Revion International Clinic, em São Paulo.

Segundo ela, a avaliação leva em conta o estado geral de saúde do paciente, a estabilidade do peso e o acompanhamento clínico ao longo do tempo. “A bariátrica é o início de uma nova etapa. O acompanhamento médico e as cirurgias reparadoras são complementares”, afirma.

Em casos de pós-emagrecimento, a médica explica que procedimentos como mega lipo, retirada de excesso de pele e mamoplastia fazem parte de uma reconstrução corporal comum após perdas expressivas de peso. De acordo com Dra. Thamy, a mega lipo é utilizada para melhorar o contorno de regiões como braços, abdômen e área do queixo, enquanto as cirurgias reparadoras tratam a flacidez causada pela pele excedente.

A pele em excesso pode causar infecções, limitação de movimento e desconforto físico. O que está em jogo é a funcionalidade do corpo, não apenas a aparência”, explica. “Não é normal viver com a incontinência, é necessário procurar um médico para o tratamento”, recomenda.

Solange Couto revela uso de roupa descartável para incontinência urinária

Atriz ajuda a desconstruir estereótipos para incentivar mulheres maduras a superarem os estigmas em torno dos escapes de xixi

Em recente campanha nas redes sociais, a convite de uma marca de roupas íntimas descartáveis, Solange Couto revelou sofrer de incontinência urinária, incentivando mulheres 55+ a dizerem SIM para tudo aquilo que desejam fazer, independentemente da idade ou das mudanças que a vida traz. A atriz de 69 anos destacou a importância de buscar um médico especializado e de ter uma solução prática no dia a dia.

Eu não gosto que nada me limite. Sempre fui independente e resolvi minhas coisas sozinha. Meu SIM é para continuar ativa e segura. E eu não ando desprevenida, estou sempre com minha roupa íntima descartável me dando segurança para fazer de um tudo”, disse a atriz. “A incontinência urinária é algo comum, mas não é normal viver com ela. Toda mulher tem que procurar um médico para iniciar o tratamento”.

A campanha reforça que nem a idade nem a incontinência urinária devem ser obstáculos para viver plenamente e incentiva mulheres a falarem sobre o tema de forma aberta e sem estigmas. Nos conteúdos que compartilhou nas redes sociais, Solange disse SIM para andar de jetski, algo que há muito tempo tinha vontade de fazer e uma atividade que sente liberdade ao praticar.

No Brasil, a incontinência urinária afeta 26,6% das mulheres, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2019, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). E de acordo com a uroginecologista Lilian Fiorelli muitas mulheres demoram a buscar ajuda por vergonha ou desinformação.

A incontinência urinária é uma condição muito comum, mas não é normal. O mais importante é entender que há tratamentos eficazes e que ninguém precisa se sentir limitada. Durante esse processo, contar com o apoio de soluções, como roupas íntimas descartáveis, pode trazer mais segurança para seguir ativa, sem renunciar ao que gosta de fazer”, afirma a especialista

Com Assessorias

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