
Serviços online disponibilizados aos pacientes, como visualização de resultados de exames, já são oferecidos por 39% dos estabelecimentos; o agendamento de consultas, por 34%; e o de exames, por 32%.Nos últimos anos, observamos uma rápida disseminação das tecnologias de Inteligência Artificial. Por isso, tornou-se importante ampliar a investigação para compreender como essas tecnologias vêm sendo incorporadas pelo conjunto dos estabelecimentos de saúde”, explica o gerente do Cetic.br, Alexandre Barbosa.
Segundo a pesquisa, as principais aplicações de IA no setor de saúde brasileiro são:
- Organizar os processos clínicos e administrativos (45% dos estabelecimentos);
- Melhorar a segurança digital (36%);
- Melhorar a eficiência dos tratamentos (32%);
- Auxiliar na logística (31%);
- Apoiar a gestão de recursos humanos ou recrutamento (27%);
- Auxiliar nos diagnósticos (26%) e
- Auxiliar na dosagem dos medicamentos (14%).
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Custos elevados são um dos principais desafios
De acordo com o levantamento, a adoção de IA no país ainda enfrenta obstáculos significativos. Nos hospitais com mais de 50 leitos, por exemplo, os gestores apontam custos elevados (63%), falta de priorização institucional (56%) e limitações relacionadas a dados e capacitação (51%) para a adoção da nova tecnologia.
O avanço do uso da IA na saúde exige profissionais qualificados para que essa tecnologia seja aplicada de forma segura e responsável. Além disso, a consolidação de diretrizes e marcos regulatórios é fundamental para sustentar a adoção ética da IA em um setor que lida com informações sensíveis e impacta diretamente no cuidado com os pacientes”, destaca a coordenadora de projetos de pesquisas do Cetic.br, Luciana Portilho.
Com informações da Agência Brasil




