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‘Chip da beleza’: os riscos do implante hormonal para fins estéticos

Em abril deste ano, a cantora ex-BBB Flay revelou ao Fantástico, da TV Globo, que recorreu ao chamado “chip da beleza”, porém, os efeitos foram desagradáveis em seu corpo, como erupção cutânea e ganho de 10kg de peso. Em publicação no Instagram, Flay escreveu:

“A questão é a falta de informações dos próprios médicos sobre ser um chip cheio de hormônios. Nada disso foi passado na época para mim. Por isso mesmo a importância de levar a informação para TV para que outras pessoas não caiam na mesma cilada”.

Nos últimos anos, vem ocorrendo um aumento do uso de hormônios anabolizantes para fins estéticos, tanto para homens como para mulheres. Isso trouxe preocupação a sociedades médicas e ao Conselho Federal de Medicina (CFM) com relação à segurança deste uso. 

Em 30 de março, foi publicado no Diário Oficial da União, uma decisão do CFM que proíbe a prescrição de terapias hormonais com esteroides androgênicos e anabolizantes (EAA), para pessoas que buscam melhora de desempenho atlético e físico, profissionais ou amadores.

Nos últimos meses o tema vem ganhando destaque e culminou, nesta semana, em um pedido de seis entidades médicas à Anvisa para fiscalizar a venda indevida do produto. 

‘Queridinha’ das malhadoras nas academias

“O tão famoso ‘chip da beleza’ é composto por uma substância não reconhecida pela Anvisa chamado de gestrinona. No corpo da mulher sob a forma de tubinhos de silicone liberam a medicação via subcutânea, por debaixo da pele na região do bumbum e pode durar até um ano”, explica Veridiana Salutti, ginecologista e médica associada da AMCR.

Segundo a especialista, a gestrinona bloqueia a ação dos principais hormônios femininos que são o estrogênio e a progesterona. Alguns médicos a prescrevem para tratamento da endometriose e TPM, pois ela bloqueia a menstruação.

“Nessa situação seria um sucesso, mas devido à falta de estudos de segurança e confiança tornam a medicação muito criticada pelas sociedades de ginecologia, endocrinologia e cardiologia sendo contra indicado o seu uso”, afirma.

Como possui um efeito anabolizante, a substância se tornou queridinha das mulheres que treinam, pelo aumento da massa muscular. “Mas também apresenta outros efeitos colaterais muito sérios e indesejados como acne, queda de cabelo, engrossamento de voz e aumento de clítoris devido ao aumento do hormônio masculino, além poder comprometer o fígado e diminuir o colesterol bom aumentando o risco cardiovascular”, adverte a médica.

Entenda os riscos do ‘chip da beleza’

De acordo com Guilherme Renke (@endocrinorenke), sócio fundador do Instituto Nutrindo Ideais (@nutrindoideais), endocrinologista e médico do esporte, mestre em cardiologia, a gestrinona, um dos hormônios utilizados nestes procedimentos, é indicada para o tratamento da endometriose, pacientes na pós menopausa em situações necessárias.

Para fins estéticos, ela não é recomendada, pois entre os efeitos colaterais estão a alteração de voz – ruim neste caso por Flay ser cantora, alterações da pele como surgimento de acne – mostrada em vídeos pela influencer, e a virilização.

Por conta disto, o endocrinologista defende que a procura deve ser feita por meio do auxílio de um profissional responsável e que faça a indicação de maneira consciente e ética.

Ele lista os riscos do uso indiscriminado, que passam por alterações físicas e de saúde:

  • Aumento da pressão arterial, levando a um estado de hipertensão;
  • Formação de placas (ateromas) nas artérias;
  • Aumento do colesterol;
  • Maior risco cardíaco, em consequência das situações acima. Especialmente de desenvolvimento de doença arterial coronariana;
  • Risco de falência renal em consequência do aumento da pressão arterial e da retenção de sódio;
  • Sobrecarga no fígado, causando hepatite medicamentosa, especialmente nos casos de anabolizantes orais, que são metabolizados pelo fígado;
  • Alteração de comportamento, com possibilidade de a pessoa ficar mais agressiva e agitada;
  • Risco de infertilidade;
  • Possibilidade de aumento da queda de cabelo e da calvície;
  • Acne;
  • Voz grossa;
  • Em caso de atletas profissionais, doping.

Gestrinoma varia de pessoa para pessoa

Francisco Tostes (@doutortostes), médico atuante em endocrinologia e sócio do Instituto Nutrindo Ideais, também comenta que a gestrinona não tem como finalidade principal mudar o corpo feminino, pois varia de pessoa para pessoa. Além da indicação clínica para endometriose, também é favorável para mulheres que têm muita tpm ou sangram demais na menstruação. Em outros casos, causa o efeito contrário.

O médico diz que os hormônios têm que ser indicados para pacientes que podem usar conforme avaliação médica. Segundo ele, é importante fugir de falsas promessas, como o “chip da beleza”.

De acordo com Francisco, os hormônios podem ser utilizados por via injetável (intramuscular), transdérmica (gel/creme aplicado na pele), por via oral ou através de pellets/implantes que são aplicados sob a pele e liberam o hormônio ao longo de 6 meses a 1 ano.

Os hormônios esteróides (derivados da testosterona) são indicados para casos de deficiência hormonal ou outras condições consumptivas em que o efeito anabolizante é necessário, como em caquexia em pacientes oncológicos, por exemplo.

Segundo Thomáz Baêsso (@thomazbaesso), médico cirurgião atuante em nutrologia do Instituto Nutrindo Ideais (@nutrindoideais), com atuação em emagrecimento, hipertrofia e saúde sexual, estas substâncias são muito úteis na prática clínica para algumas doenças e condições clínicas, como em indivíduos sarcopênicos com baixa massa magra, pois esse hormônio diminui a chance do paciente ter fraturas ósseas e outras doenças relacionadas à deficiências hormonais de testosterona.

Em que casos a substância é liberada?

Guilherme aponta que as substâncias seguem liberadas, dentro de condições respaldadas por sintomas e exames laboratoriais, em casos de:

  • Mulheres com transtorno sexual hipoativo (que gera queda de libido), incluindo as que estão na menopausa e não conseguiram resolver o problema com outros tipos de reposição hormonal;
  • Homens com hipogonadismo, condição em que a redução dos níveis de testosterona é acompanhada de sintomas que vão de alterações de humor a aumento da circunferência abdominal, passando também pela perda de libido;
  • Pessoas de qualquer idade com osteoporose grave;
  • Pessoas de qualquer idade com sarcopenia grave.

Nem todas as mulheres devem e podem usar implantes hormonais

A terapia com implante hormonal é um método indicado para tratamento de distúrbios ginecológicos para endometriose, adenomiose, TPM intensa e outras patologias. O implante hormonal é um dispositivo implantável embaixo da pele, que libera hormônios de maneira progressiva por um período de até um ano.

Trata-se de um tubinho de silástico inerte ao organismo, contendo substâncias ativas que são liberadas diretamente na corrente sanguínea. A estrutura de silicone controla de forma segura as doses de hormônio liberadas diretamente pelo implante, proporcionando um tratamento eficaz e minimizando os efeitos colaterais.

Os implantes hormonais devem ser colocados somente por médicos ou enfermeiros capacitados e podem permanecer no corpo mesmo após o período de liberação do medicamento, uma vez que o material é inócuo ao organismo. Além disso, diferentemente dos implantes biodegradáveis, em caso de sensibilidade ao princípio ativo ou desistência do tratamento por qualquer motivo, o paciente poderá interromper o seu tratamento a qualquer momento.

Elsimar Coutinho, médico que criou o primeiro anticoncepcional injetável de uso prolongado no Brasil e se dedicou às pesquisas neste setor, formou uma equipe especializada na clínica que leva seu nome. Luiz Calmon, ginecologista, explica que o implante jamais deve ser utilizado pensando em qualquer benefício estético para a paciente.

Quando o tratamento é feito de forma correta e com um produto de qualidade, os principais benefícios são o aumento da disposição, melhora da libido, alívio de cólicas menstruais e sangramentos intensos.

 “Nem todas as mulheres devem e podem usar implantes hormonais, pois o uso inadequado, a falta de especialização, procedência do produto e dos profissionais, podem causar um efeito totalmente oposto ao desejado”, explica o especialista.

Como funciona

O tratamento com implantes hormonais é realizado por meio da implantação subcutânea de um segmento de tubos de silicone semipermeáveis. Esses tubos medem de 4 a 5 cm e comportam cerca de 40 a 50 mg de uma substância hormonal pura, que pode ser estradiol, testosterona bioidêntica ou progestínico.

Após a implantação, o hormônio é liberado gradativamente na corrente sanguínea, de maneira segura e com dosagem personalizada, por um período de seis meses a um ano. Em suma, o método bloqueia a ovulação, fazendo com que a mulher não menstrue ou tenha TPM.

Entre os principais motivos que fazem com que os implantes hormonais sejam cada vez mais procurados estão:  eficácia, praticidade, segurança, conforto e bem-estar.

Dr. Luiz Calmon explica que a mulher que tem interesse em utilizar o método, deve passar por uma avaliação clínica e laboratorial minuciosa.

“Saber a procedência do implante, o que contem em cada um deles e ser acompanhada constantemente pelo médico que prescreveu o método é fundamental para o sucesso e segurança do tratamento”, finaliza.

Como o implante de gestrinona pode melhorar a sua vida?

O hormônio popularmente chamado de chip da beleza é indicado apenas para o tratamento de patologias ginecológicas

O implante de gestrinona, erroneamente conhecido como “chip da beleza”, tornou-se popular pelo seu grande apelo estético, prometendo uma melhora na composição corporal, ganho de massa magra, diminuição de gordura e melhora da flacidez e celulite, contudo, esse hormônio possui indicação apenas para o tratamento de patologias ginecológicas.

Primeiramente, é preciso entender o que é esse hormônio e como ele funciona. A gestrinona é um progestógeno sintético que possui ação antiestrogênica e androgênica, em outras palavras, esse hormônio é indicado para tratamentos de doenças ginecológicas associadas a sangramentos disfuncionais como, por exemplo, endometriose, miomatose, adenomiose, metrorragia e mastalgia.

O implante de gestrinona é inserido no tecido subcutâneo, ou seja, sob a pele, em consultório médico, com anestesia local. Esse implante possui duas formas, os absorvíveis (que não precisam ser retirados e apresentam durabilidade de 6 meses) e os não absorvíveis (que devem ser retirados ao final de um ano de tratamento).

A ginecologista Loreta Canivilo explica que as melhorias trazidas pela gestrinona é devido o tratamento das patologias que afetam a saúde e o bem-estar das mulheres.

“A prescrição correta da gestrinona se dá quando uma paciente está com um quadro clinico de endometriose, sangramento e dores continuas, por exemplo, e quando introduzido esse hormônio interrompe a ovulação o que na maioria dos casos para o sangramento, melhora a anemia e diminui as dores, o que ocasiona a melhora em alguns aspectos do corpo e primordialmente na qualidade de vida da mulher”.

A especialista destaca, que a indicação de uso vai depender do histórico clínico e da condição de saúde de cada paciente. “O médico deve realizar uma avaliação criteriosa e individualizada para selecionar as substâncias e as quantidades em miligramas necessárias para o tratamento”.

A médica informa ainda que “a dosagem em excesso acarreta em efeitos colaterais evidentes, contudo se bem indicado, o implante pode mudar a vida da paciente”.

Chip da beleza: você sabe do que é composto?

O chamado “chip da beleza” consiste em um implante hormonal, tido como anabolizante, que promete aumentar a quantidade de massa magra, disposição e até mesmo melhora da libido, no entanto, desde 2021, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vetou a propaganda de produtos que contenham gestrinona, hormônio presente no chip da beleza.

A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) não recomenda o uso do chip da beleza, que têm sido adotados inadequadamente pelas mulheres porque ele também supostamente poderia ser utilizado para interromper a menstruação. No entanto, não há comprovação científica da indicação de gestrinona, principal substância do implante, para tratamentos relacionados à menstruação e menopausa.

Celso Cukier, nutrólogo na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, explica que o uso de reposições hormonais é importante durante a menopausa para algumas mulheres, mas que não devem ser usadas sem constatação médica dessa necessidade. “O chip da beleza é um tipo de reposição hormonal que não pode ser utilizada para fins estéticos em nenhuma hipótese. A função das reposições hormonais é alinhar a quantidade de hormônios de um paciente quando há falta deles”, comenta.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) também proíbe o uso de tratamentos com anabolizantes para fins estéticos, os quais foram difundidos por diversas blogueiras nas redes sociais. A ex-BBB Flay contou publicamente sua experiência com o tratamento, dizendo que ganhou mais peso ao utilizar o chip e teve um quadro de acne no rosto.

“As terapias hormonais só são indicadas para pacientes desnutridos, em recuperação de alguma questão de saúde ou os quais possuam alguma condição que ocasione uma falha na produção endógena”, comenta o nutrólogo.

Também foi proibido pelo CFM o uso experimental de terapias hormonais sem a autorização de órgãos responsáveis, assim como, de cursos e eventos que estimulem a adoção dessas terapias para melhor performance física.

Do que é composto o chip da beleza?

O principal componente do chip da beleza é um hormônio esteróide sintético androgênico chamado gestrinona, o qual é aprovado em alguns países para o tratamento da Endometriose. Porém, os tratamentos são realizados sempre por via oral, não existe a comprovação do uso do hormônio por meio de implante.

A associação dele à ganho de massa magra e aumento de disposição vêm atrelados a diversas consequências como acne, engrossamento da voz, sudorese, aumento de pelos, mudanças na libido, menstruação e fertilidade, ou até mesmo alopecia androgenética, alterações nas funções cardíacas e hepáticas.

Dentro disso, é importante pensar em estratégias a longo prazo para atingir objetivos como emagrecimento e um estilo de vida mais saudável, o que pode ser feito com o acompanhamento de um profissional para orientar o melhor tipo de tratamento para cada paciente.

“Os efeitos colaterais, neste caso, são maiores do que os supostos benefícios. Pensando nisso, eticamente falando quando é receitado um tipo de tratamento para o paciente, os benefícios devem superar os possíveis efeitos daquele procedimento ou medicamento”, finaliza Cukier.

Palavra de Especialista

Confira o artigo do médico ginecologista Walter Pace, que atua em Endocrinologia ginecológica e reprodutiva há mais de 40 anos, dos quais 25 com prescrição de terapia hormonal por meio do uso de implantes subcutâneos. Segundo ele, esses implantes permitem a administração de substâncias formuladas em concentrações específicas para atender pacientes em tratamentos de contracepção, doenças hormônio dependentes como endometriose, miomatose e outras, terapia de reposição hormonal e infertilidade

A mentira do “chip da beleza

Terapia hormonal para fins terapêuticos é procedimento consolidado no Brasil e no mundo.

Por Walter Pace*

Como considero que a Resolução CFM Nº 2.333, de 30 de março último, é  uma iniciativa importante devido ao que tem ocorrido nos últimos tempos. Ao ratificar a Resolução CFM nº 1999, de 2012, o novo dispositivo possibilita colocar os pingos nos “is”, de forma decisiva sobre a terapia hormonal, a começar da sua concepção.

A administração externa dessas substâncias só se justifica pela carência ou excesso no organismo, o que pode ser detectado durante a consulta clínica e demonstrado pelos resultados de exames laboratoriais específicos. Em suma, não são os hormônios que fazem mal, mas a sua prescrição equivocada e/ou excessiva.

Vivemos hoje um momento em que as pessoas, independentemente da idade, buscam a juventude e a beleza eternas. E há quem se disponha a aventuras e perigos inimagináveis para encontrá-las. Assim, é com preocupação que acompanho um número crescente de mulheres que chegam ao consultório com sequelas físicas e mentais das terapias hormonais de viés estético, conduzidas sem os devidos cuidados pelos profissionais.

Nesse sentido, a Resolução CFM Nº 2333 também é uma iniciativa louvável já que trata da ética, algo que não pode ser dissociado da formação profissional. Circulam no meio médico, propagandas de cursos inconsistentes a peso de ouro, que prometem conhecimentos não apenas para a prescrição do tratamento hormonal, como para a formulação de substâncias para manipulação em farmácia magistral.

Reforço então o alerta. Por mais rentável que seja um procedimento, é imprescindível que os candidatos estejam atentos para os riscos que correm de perder suas promissoras carreiras, visto que os problemas do desequilíbrio hormonal causados pelo uso incorreto ou exagerado das substâncias, podem se traduzir em efeitos colaterais graves e variados.

Entre os cardiovasculares, há quadros de hipertrofia cardíaca, hipertensão arterial sistêmica, acidentes vasculares, aterosclerose, estado de hipercoagulação, aumento da trombogênese e vasoespasmo. Há também o risco dedoenças hepáticas como hepatite medicamentosa, insuficiência hepática aguda e carcinoma hepatocelular, bem como de transtornos mentais e de comportamento, com diagnósticos de depressão e dependência. A lista de distúrbios endócrinos inclui infertilidade, disfunção erétil e diminuição de libido.

“Não existe o tal chip da beleza; é uma mentira na forma e no conteúdo”

O momento também é propício para esclarecimentos. Em primeiro lugar, não existe o tal chip da beleza. Essa expressão infeliz criada pelo marketing para fins mercadológicos é uma mentira na forma e no conteúdo. O que se tem de concreto na Medicina são implantes subcutâneos que funcionam como uma via para administrar medicamentos, e também dosagens específicas de hormônios manipulados em concentrações personalizadas pela farmácia magistral, para fins terapêuticos. Fora disso, o que se tem praticado são promessas de procedência duvidosa e alto risco para a saúde.

Lembro que o uso dos implantes subcutâneos para a terapia hormonal foi introduzido há mais de 40 anos pelo médico ginecologista e endocrinologista, cientista e professor Dr. Elsimar Coutinho, que revolucionou a Medicina mundial ao questionar a necessidade da menstruação e ao popularizar diversos tratamentos hormonais, entre os quais o uso de contraceptivos duração prolongada, além de outros feitos notáveis.

Dessa forma, não se pode simplesmente deixar de lado uma solução médica que tem efeitos comprovados para o controle de diversos problemas de saúde, entre os quais as doenças hormônio dependentes, terapia de reposição hormonal e contracepção. Como discípulo fiel desse importante Mestre, não posso deixar que isso aconteça, por melhores que sejam as intenções das sociedades médicas que endossam a Resolução.

Reafirmo, ainda, que nem todas as pacientes se adaptam às dosagens da indústria farmacêutica, o que pede uma abordagem individual, para a obtenção dos melhores resultados que, em sua origem, são bastante específicos já que tratam do indivíduo.

*Walter Pace é ginecologista, titular da Academia Mineira de Medicina, professor doutor em Ginecologia e coordenador geral da Pós-Graduação em Ginecologia pela Faculdade de Ciências Médicas, Mestre em Reprodução Humana pela Universidade de Paris e Doutorado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Com Assessorias

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