BOAS AÇÕES

UniRio promove mutirão de reconstrução mamária para vítimas de câncer

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Rosemary Soares Nunes, de 54 anos, descobriu o câncer na mama esquerda em 2009 e depois de inúmeros procedimentos para retirada de vários tumores, aguarda há um ano por uma cirurgia plástica. Ela será a primeira a ser operada no mutirão da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio), que pretende acolher as pacientes do SUS que estão na fila há anos por uma reconstrução mamária e devolver-lhes a auto-estima despedaçada pela doença.

“Estou completamente satisfeita com o atendimento que tenho recebido no Gaffrée Guinle de toda a equipe médica. Tenho certeza que os mutirões serão um sucesso. Rezo para que muitas mulheres sejam beneficiadas”, afirma Rosemary, que será operada durante o Simpósio Internacional de Cirurgia Plástica, neste sábado, dia 12 de agosto, no Hospital Universitário Gaffrée Guinle, na Tijuca, Zona Norte do Rio.

O evento vai reunir no Rio de Janeiro os maiores expoentes da cirurgia plástica no mundo e a operação de Rosemary e mais uma paciente vítima de câncer de mama celebra a parceria firmada, recentemente, entre UniRio Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, que permitiu zerar a fila de cirurgias de pequeno porte graças a mutirões que envolveram 1700 cirurgias reparadoras no primeiro semestre deste ano.

Coordenado pelo chefe do Setor de Cirurgia Plástica do hospital, Ricardo Cavalcanti Ribeiro, também diretor do Instituto Carlos Chagas, o evento vai contar com duas demonstrações cirúrgicas ao vivo, uma delas realizada pelo próprio Dr. Ricardo Cavalcanti e outra pelo presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Luciano Chaves.

“Esse evento marca também o início de uma nova campanha. Nossa pretensão agora é zerar a fila de mulheres que tiveram que passar por uma mastectomia em decorrência de um câncer de mama e precisam de implante mamário para restabelecer a autoestima. Essa campanha é de suma importância já que o número de pessoas que não têm acesso a esse serviço  é muito alto”, explica o professor Ricardo Cavalcanti Ribeiro.

Da Redação, com assessoria

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