Morre mulher que tinha tumor gigante de 46 quilos

Paciente de 45 anos operada pelo SUS em hospital de Itaperuna não resistiu a parada cardíaca. Resultado da biópsia do tumor não foi revelado

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Morreu neste domingo (11), a mulher de 45 anos que teve um tumor gigante de 46 quilos retirado no dia 31 de agosto, pelo Sistema Único de Saúde, no Hospital São José do Avaí, em Itaperuna, Noroeste Fluminense. A mulher, que media 1,53 metro de altura e pesava cerca de  150 quilos, evoluía de forma satisfatória no pós-operatório, mas sofreu uma parada cardíaca no domingo e não resistiu.

De acordo com o médico que realizou a cirurgia de retirada do tumor, Gláucio Boechat, uma visita foi feita ainda no domingo, em que a paciente, que não teve a identidade revelada, chegou a conversar com a equipe. Horas depois, teve a parada cardíaca. A previsão era que a mulher tivesse alta do Centro de Tratamento Intensivo (CTI) nesta segunda-feira (12). Em seu Instagram, o médico publico uma nota de pesar pelo falecimento da paciente, 11 dias após a cirurgia.

Equipe de 14 pessoas foi envolvida na cirurgia para remoção do tumor (Foto: Reprodução de internet)

A paciente havia sido internada com quadro de falta de ar devido à volumosa tumoração abdominal. Ela passou por um exame de tomografia que identificou a presença do tumor, que ocupava grande parte da pelve e abdômen. A massa retirada foi encaminhada para a biópsia para identificar se trata-se de um tumor de ovário, que, se confirmado, deverá ser um dos maiores do Brasil, ou se for mioma, poderá ser um dos maiores do mundo. O resultado ainda não foi divulgado.

Médico Gláucio Boechat com o tumor retirado da paciente (Foto: Reprodução do Instagram)

À imprensa, o cirurgião Gláucio Boechat afirmou que a paciente percebia o aumento abdominal por cerca de cinco anos, mas o problema podia ter sido originado há bem mais tempo. Ao Portal Ururau, ele ainda deu orientações sobre como prevenir casos como este.

“Assim que sentir algum desconforto, alguma dor, notar alguma diferença no organismo, é aconselhável procurar um médico para poder avaliar e evitar de uma coisa simples se tornar uma cirurgia totalmente complicada como essa”, afirmou o médico.

Fonte: Portal Ururau, com Redação

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