Após apresentar um quadro de mal-estar, febre alta e dor abdominal, a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, de 52 anos, está internada desde sábado (21/3) no Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (Incor-SP), na capital paulista, para investigação de um quadro infeccioso. 

Nesta segunda-feira (23) a ministra continua internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital e apresentou melhoras, respondendo de forma positiva ao tratamento. Apesar disso, ainda não foi divulgada uma previsão de quando a ministra poderá receber alta hospitalar.

Segundo o infectologista Rinaldo Focaccia Siciliano, responsável pelo atendimento à ministra, Guajajara está neste momento estável, sem novos episódios de febre desde ontem (22) e com melhora significativa nos resultados dos exames.

Segundo nota publicada neste domingo em suas redes sociais, a ministra apresenta evolução clínica favorável, com melhora dos sintomas e estabilidade dos sinais vitais. “Por orientação médica, segue hospitalizada em observação, realizando exames complementares e recebendo acompanhamento clínico”, diz a nota.

Em 2024, a ministra também esteve internada no Incor, em São Paulo, após passar mal enquanto cumpria uma agenda pública.

Sônia Bone de Sousa Silva Santos, conhecida como Sônia Guajajara, é formada em Enfermagem e Letras, com especialização em Educação especial pela Universidade Estadual do Maranhão. A líder indígena, filiada ao Partido Socialismo e Liberdade (Psol), é a primeira ministra indígena do país.

Eleita deputada federal em 2022, ela se licenciou para assumir o Ministério dos Povos Indígenas em janeiro de 2023. Ela já confirmou que, no início de abril, vai deixar o cargo para se candidatar novamente à Câmara dos Deputados. O atual secretário-executivo, Eloy Terena, deve assumir o comando da pasta.

Com  informações de agências

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