Fevereiro Laranja e Roxo: ebook gratuito aborda doenças pouco conhecidas

Material lançado pelo Movimento pela Vida é destaque da Agenda Positiva da semana que traz ainda curso sobre dependência química e outros

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Mesmo com o adiamento dos festejos carnavalescos por conta da pandemia do novo coronavírus, o ISAC – Instituto Saúde e Cidadania segue em fevereiro chamando a atenção para a necessidade do autocuidado. A organização social acaba de lançar um e-book sobre doenças que geralmente são incompreendidas e são abordadas nas campanhas Fevereiro Roxo e Laranja em todo o país. ‘Entender para cuidar’ é o título do material criado pelo ISAC, que pode ser baixado gratuitamente aqui.

O roxo representa a luta para sensibilização sobre o cuidado de três doenças: o lúpus, a fibromialgia e o Alzheimer. Com sintomas e tratamento distintos, todos esses agravos têm em comum o fato de serem patologias incuráveis. A luta contra a leucemia também marca as ações no Fevereiro Laranja. A campanha traz à tona a importância sobre a doação da medula óssea, procedimento simples com cadastro realizado em bancos de doadores de hemocentros de todo o país. Em grande parte dos casos, o transplante de medula significa a cura do paciente.

A iniciativa faz parte do Movimento pela Vida, criado pelo ISAC para sensibilizar a população, especialmente as comunidades onde ele está inserido. O programa busca disseminar conteúdos e engajar pessoas na prevenção em saúde. A cada mês, um novo tema é abordado. As edições anteriores já trataram da prevenção do suicídio, do câncer de mama e do câncer de próstata, do combate ao HIV/Aids e da importância da saúde mental.

O ISAC é uma organização social sem fins lucrativos, com sede em Brasília e presente em seis estados brasileiros, onde gerencia 16 unidades públicas de saúde, atuando ainda com consultoria em gestão hospitalar. O Instituto tem buscado promover saúde e um dos projetos é o Movimento pela Vida, que começou o ano passado e foi a cada dia melhorando. Já lançamos três e-books, fazemos ações internas nas unidades, na comunidade do entorno de onde estamos e buscamos discutir nas redes”, afirma a jornalista Ana Negreiros, especialista em comunicação de riscos e coordenadora do projeto.

Jogo de cartas testa conhecimentos sobre HIV e outras ISTs

O Boletim Epidemiológico HIV/Aids 2020, divulgado em dezembro pelo Ministério da Saúde, revelou que atualmente cerca de 920 mil pessoas vivem com HIV no Brasil. Dessas, 89% foram diagnosticadas, 77% fazem tratamento com antirretroviral e 94% das pessoas em tratamento não transmitem o HIV por via sexual, por terem atingido carga viral indetectável.

Até outubro de 2020, cerca de 642 mil pessoas estavam em tratamento com antirretroviral, enquanto, em 2018, eram 593.594 pessoas em tratamento. Estima-se que 135 mil pessoas podem ser portadores do vírus sem saber ou por não conhecer o que o mesmo pode causar, mas o diagnóstico precoce e o uso adequado das medicações garantem qualidade de vida aos soropositivos.

Levar o conhecimento e a quebra do tabu do HIV e ISTs é fundamental para prevenir as doenças e realizar o tratamento adequado o mais rápido possível. Pensando em conscientizar a população de forma leve e descontraída, a Hilab, health tech que desenvolveu o laboratório remoto Hilab, cria o cardgame “Este não é um jogo qualquer”, uma iniciativa para informar e promover a saúde preventiva em relação ao HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis, as ISTs.

Baseado em perguntas reais, o jogo tem como objetivo ensinar todos aqueles que desejem saber mais sobre o vírus causador da AIDS, suas formas de transmissão e prevenção ou simplesmente querem tirar dúvidas sobre a doença. O intuito do jogo é fazer com que as pessoas de uma forma suave e divertida, aprendam sobre temas que costumam ser tabus entre pessoas de todas as idades.

Quando criamos o jogo, imaginamos um que pudesse ser jogado em qualquer lugar, seja em casa com amigos, na mesa de um bar ou em uma atividade escolar, pois desta forma, conseguimos de forma leve, disseminar o aprendizado sobre um tema tão fechado e coberto de preconceitos”, conta José Restrepo, diretor de marketing da Hilab.

Para ganhar um jogo basta se inscrever pelo site www.fazumhilab.com.br/jogo, preencher os dados, escolher a cidade e as farmácias parceiras que servirão de pontos de distribuição.

Guia sobre vacina da Covid-19 em pessoas com doenças reumáticas

A Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) acaba de emitir um guia com orientações sobre a vacinação contra a covid19 em pacientes com doenças reumáticas imunomediadas (DRIM). Segundo o documento, a decisão de vacinação deve ser individual e compartilhada entre o médico e paciente, tendo em vista que portadores dessas enfermidades podem apresentar desregulação imune por causa da doença e imunossupressão devido ao tratamento.
 
Outros fatores a serem considerados são a faixa etária do paciente e suas comorbidades, como cardiopatias, diabetes mellitus, hipertensão arterial, obesidade, doença renal crônica e doença pulmonar obstrutiva crônica, que são associadas a um maior risco de hospitalização e mortes relacionadas ao novo coronavírus.

O guia recomenda que a vacinação, para esses pacientes, pode ocorrer quando a doença está estável ou em remissão e o paciente está sem ou com baixo grau de imunossupressão. Entretanto, o médico pode discutir com o paciente o momento para a imunização, considerando a situação epidemiológica da região e o enquadramento do paciente nos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde.

Gripe e Pneumonia – De acordo com o documento, os pacientes reumáticos devem ser imunizados também contra a gripe e a doença pneumocócica, seguindo as recomendação do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e Ministério da Saúde e, em caso de dúvida, deve conversar com o seu médico.

O guia da SBR é resultado de uma ação conjunta de 28 especialistas da diretoria, Comissão de Doenças Endêmicas e Infecciosas e da força-tarefa covid19, seguindo o protocolo de consenso de DELPHI. O documento é composto por 16 perguntas e pode ser acessado aqui.
 

Webinar sobre vacina da Covid-19 em pacientes cardiovasculares

A Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) apoia a campanha de imunização no Brasil. Adultos com cardiopatias de alto risco integram grupo prioritário, segundo o Ministério da Saúde. A entidade também defende que mesmo diante deste importante avanço no combate à pandemia, as medidas de distanciamento social, uso de máscaras, higiene das mãos e outras preconizadas pelas autoridades sanitárias devem continuar sendo fielmente seguidas.

Para discutir esses temas, a SBC realiza neste sábado (20/2), 10h, o webinar “Vacinação: Doenças Cardiovasculares e Covid-19”. O debate terá as contribuições de Otávio Berwanger, diretor da Academic Research Organization (ARO) do Hospital Israelita Albert Einstein e de Jorge Kalil Filho, diretor do Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração (InCor) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). A mediação será, de José Francisco Kerr Saraiva, diretor de promoção da Saúde da SBC e a abertura será feita por Marcelo Querioga, presidente da entidade.

Em sua apresentação, Berwanger abordará o “Risco Cardiovascular e Trials em andamento em Covid-19”. Já Kalil falará sobre o atual processo de vacinação. As inscrições são gratuitas pelo link.

 

Curso gratuito sobre dependência química

O Centro de Estudos da Clínica Jorge Jaber começa, no dia 20 de fevereiro, mais uma atividade de ensino sobre a questão da dependência química. Online e gratuito, o curso é voltado a profissionais e estudantes das áreas de Saúde e Educação, fazendo parte da formação de Psicoterapeutas e conselheiros em Dependência Química da Clínica, mas também interessa a todos os envolvidos com os transtornos do uso abusivo de álcool e drogas, como dependentes e seus familiares. As aulas oferecerão uma abordagem multidisciplinar sobre o tema, analisando os diversos tipos de drogas e seus respectivos tratamentos.

O consumo de álcool e drogas cresceu muito durante o período de pandemia, se tornando um problema ainda mais grave de saúde pública no Brasil”, afirma o psiquiatra Jorge Jaber, diretor-técnico da Clínica. “Nesse contexto, o curso terá, além da parte teórica, um grande foco na prática, no
diagnóstico e tratamento das diversas manifestações da dependência”, completa o médico, que também atua como professor e coordenador acadêmico da Pós-Graduação em Psiquiatria da PUC-Rio.

Além de Jaber, o curso terá como professores a terapeuta de família Angela Hollanda, o conselheiro em Dependência Ricardo Gestal e outros especialistas, que apresentarão temas como o diagnóstico dos diferentes transtornos, a abordagem ao dependente e os diversos tratamentos, incluindo problemas psiquiátricos relacionados ao uso de drogas, como ansiedade, depressão e bipolaridade.

O curso terá 13 aulas, sempre aos sábados, das 14 às 17 horas, transmitidas pelo Facebook, no grupo Curso online de Extensão em Dependência Química da Clínica Jorge Jaber. As aulas, que ficarão gravadas, serão transmitidas pelo Facebook. As inscrições são feitas no site da Clínica.

Com Assessorias

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